A Escassez de gás doméstico que se regista em Maputo, Matola e nalguns centros urbanos do país só poderá ser controlada dentro de uma ou duas semanas, com os ajustamentos na cadeia de comercialização do combustível.
O problema é mais grave para as famílias que usam o gás fornecido pela Galp, empresa que se diz controlar cerca de 75 por cento da cota do mercado nacional.
A falta de gás começou a fazer-se sentir em Março, com os clientes a não encontrarem o produto nos postos de venda habituais nos bairros suburbanos de Maputo e Matola.
Paulo Varela, presidente do Conselho de Administração da Petrogal, disse que a procura de gás fornecido pela empresa subiu entre 30 e 40 por cento nos últimos dois meses, o que deitou por terra as previsões que haviam sido feitas.
Em face do cenário, a firma teve de ajustar a sua capacidade de oferta. Das anteriores cinco mil botijas que eram diariamente enchidas pela Galp, hoje a empresa processa cerca de nove mil, de acordo com a fonte. A empresa crê que dentro de uma ou duas semanas a procura estará integralmente controlada.

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